Proteja seu Firefox contra ataques MITM (Man in The Middle)


O ataque MITM(Man in The Middle) consiste na interceptação do tráfego entre um cliente e um servidor por um hacker, onde o mesmo utilizará certificados falsos gerados em tempo real e desta forma não é identificado nem pelo cliente e nem pelo servidor, portanto ele fica desapercebido por ambos, pois realizará todas as autenticações de segurança através desta troca de certificados durante o handshake de confiança entre as conexões autenticadas e cifradas.
É possível proteger seu Firefox através de uma configuração que forçará o navegador a sempre utilizar o mecanismo de proteção chamado de Certificate Pinning (mais informações aqui).
Para habilitar esta segurança, digite na barra de endereços do Firefox: "about:config" (sem as aspas) e em seguida procure o atributo: security.cert_pinning.enforcement_level.

Este atributo por padrão conterá o valor "1", mas você pode alterá-lo conforme abaixo:
0 = Pinning desabilitado;
1 = Permite o MITM (o pinning não é habilitado para as ACs raízes inseridas pelo usuário);
2 = Pinning sempre habilitado;
3 = Modo de teste.

Fontes:
https://wiki.mozilla.org/SecurityEngineering/Public_Key_Pinning
https://cryptoid.com.br/arquivo-cryptoid/o-que-e-o-certificate-ou-public-key-pinning-e-qual-a-sua-importancia/

Tipos de Malware

 
 
1. RESUMO

Esta pesquisa tem o intuito de apresentar o conceito de malware e seus diversos tipos e formas de infecção, tal como preveni-las e alerta-las sobre os cuidados que devem ser tomados ao usuário de computador. Citaremos as principais falhas exploradas por esta praga e algumas notícias recentes que circularam na mídia sobre prejuízos causados por crackers que se utilizam deste tipo de infecção.

Palavras-chave: Malware; Vírus; Worms; Crackers; Cyber-crime.
 
 
2. MALWARE
 
Malwares são softwares que possuem código mal intencionado desenvolvido por crackers com a finalidade de gerar prejuízos ao usuário, seja por corrompimento de arquivos, perda de dados, roubos de senha, interceptação de informações, quedas de servidores, etc.
O nome Malware deriva-se de “Malicious Software”, onde fica evidente que malware em si é uma categoria de programas que possuem códigos maliciosos.
Podem ser incluídos nesta categoria de softwares, os vírus, worms, cavalos de tróia, spywares entre outras pragas que alteram o funcionamento dos sistemas para benefício do cracker desenvolvedor.
Os mesmos são espalhados pela internet através de ferramentas de comunicação, tais como messengers, redes sociais, e-mails, programas falsos e websites através de técnicas de phishing.
Normalmente os malwares exploram as vulnerabilidades do sistema para que tornem sua instalação simples e discreta, além disso, o malware tem o intuito de permanecer despercebido, pois fica sendo executado em segundo plano enquanto o usuário utiliza sua máquina para diversas atividades.
A seguir relacionaremos os diversos tipos de malware.
 
 
1.1 VÍRUS
 
Programas que inserem uma cópia de si mesmo em outros programas e arquivos modificando o uso destes de forma a alterar alguma rotina no sistema. São propagados normalmente através de executáveis e só conseguem infectar os sistemas quando os mesmos são executados. É a forma mais comum de infecção na internet.
 
 
1.2 WORMS
 
Diferente dos vírus, estes possuem capacidade de se propagarem automaticamente e enviar cópias de si mesmo para outros computadores não necessitando se anexar a outros arquivos para isto e possuem a capacidade de se mover entre hospedeiros por conta própria. Quando esta praga virtual se aloja em um computador, além de causar estragos ao sistema, ele busca meios de se auto propagar.
 
 
1.3 TROJANS
 
Os trojans ou cavalos de tróia se disfarçam de softwares legítimos levando o usuário a crer que sua execução é necessária e benéfica ao sistema.
Uma forma comum de propagação desta ameaça é através de mensagens de e-mail com propagandas de softwares inofensivos oferecendo melhorias de desempenho ao computador da vítima.
A partir do momento que estes estiverem instalados, poderão facilitar a entrada de outras pragas como vírus, worms e até mesmo ocasionar roubo de dados.
 
 
1.4 ADWARE
 
Praga que se instala na máquina afim de divulgar propagandas sem o consentimento do usuário através de pop-ups.
Podem divulgar conteúdo explícito e inapropriado.
 
 
1.5 SPYWARE
 
Programas espiões que têm finalidade de coletar informações sobre as atividades realizadas no computador, como por exemplo senhas digitadas, históricos de acessos, lista de contatos e diversos dados pessoais sem o consentimento do usuário;
Diversos programas do gênero existem para controle dos pais, por exemplo, mas neste caso, classifica-se como spyware o tipo de programa de má índole implantado na máquina por um cracker sem o consentimento e conhecimento do usuário, como por exemplo um keylloger para que este envie informações de conversas e senhas digitadas através de um teclado.
 
 
2. VULNERABILIDADES EXPLORADAS
 
Os malwares têm como característica em comum, o fato de se instalarem nos sistemas através de falhas de segurança que estes apresentam.
Um sistema possui diversas vulnerabilidades o que dá ao cracker algumas possibilidades de infectar seu alvo. As principais técnicas de infecção que exploram vulnerabilidades são:
 
 
2.1 ENGENHARIA SOCIAL
 
Quando o cracker se utiliza de técnicas para chamar a atenção do usuário mascarando o seu malware tornando-o atrativo ao usuário, forçando que ocorra sua execução. Por exemplo: E-mails falsos de promoções, falsos softwares de segurança gratuitos, dicas milagrosas de dietas, notícias bombásticas, links prometendo limpar o nome em entidades de crédito, pornografia gratuita, etc...
Também se utilizam de nomes falsos, podendo passar-se por algum contato da vítima e com isso influenciar o usuário à fornecer senhas ou executar softwares maliciosos.
 
 
2.2 INFECÇÃO AUTOMÁTICA SEM CONSENTIMENTO DO USUÁRIO
 
Essa forma de infecção se ocasiona devido a falhas no código do sistema, por vezes que os sistemas operacionais e softwares atuais possuem um alto nível de complexidade por conter inúmeras funcionalidades e por isso é muito difícil que uma equipe de desenvolvimento crie um sistema sem erros.
Devido a isso, existem cyber criminosos que estão sempre dispostos à procurar tais falhas e com isso criar malwares que explorem estas falhas afim de causar danos ao usuário e ao próprio sistema.
Como por exemplo, é bem comum que a maioria dos crackers se utilizem de falhas nos browsers inserindo códigos maliciosos em páginas da internet, assim um arquivo infetado e um programa de script, que exploram a vulnerabilidade do browser, são colocados numa página Web para verificar tais deficiências.
 
 
3. COMO EVITAR A AMEAÇA
 
Utilizar antivírus e anti-spyware sempre atualizados é fundamental, porém muitos usuários domésticos se esquecem da importância de um firewall instalado em suas máquinas e por isso acabam deixando diversas portas abertas em seus sistemas operacionais permitindo a conexão de crackers sem consentimento.
A internet disponibiliza diversas cartilhas de boas práticas, uma das mais famosas é http://cartilha.cert.br/ , que devem ser de conhecimento e uso comum, pois a grande maioria dos golpes virtuais e infecções bem sucedidas ocorrem devido à desconhecimento por parte do usuário, pois não adianta estar com ferramentas de segurança caras e atualizadas se o usuário possui um comportamento de risco que facilita a ação dos cyber criminosos.
No ambiente corporativo deve haver políticas de segurança e programas de conscientização para que façam o usuário tomar os devidos cuidados ao navegar na internet, ao utilizar senhas corporativas, vpn, e-mail, documentos e todo tipo de cuidados relacionados à segurança da informação, pois não adiantaria investimentos altos em ferramentas e dispositivos de segurança se o usuário não possui um comportamento consciente ao utilizar os ativos de informática.


Referências:

Norton Security – Disponível em : http://br.norton.com/security_response/malware.jsp - Acesso em: 08 de Março de 2014.

Microsoft Security – Disponível em: http://www.microsoft.com/pt-br/security/resources/malware-whatis.aspx - Acesso em: 08 de Março de 2014.


Kaspersky Antivírus – Disponível em: http://www.kaspersky.com/pt/internet-security-center/threats/malware-implementation-techniques - Acesso em: 10 de Março de 2014.

Kasperky Security Center – Disponível em: http://www.kaspersky.com/pt/internet-security-center/threats/viruses-malware - Acesso em: 10 de Março de 2014.

Vulnerabilidades no Desenvolvimento de Sistemas Web




Hoje em dia a tecnologia mantém o foco nos dispositivos móveis e na portabilidade, portanto os sistemas web estão cada vez mais presentes na nossa vida.
Graças à web, inúmeras facilidades hoje são possíveis através dos computadores ou demais dispositivos, como por exemplo sincronizar arquivos entre eles ou pagar uma conta através do internet banking, porém isso exige que tais plataformas ofereçam a segurança adequada afim de evitar fraudes ou perda de dados.
Assim como os sistemas, os crackers também estão em constante aprimoramento de suas técnicas, portanto o cenário exige que cuidados sejam tomados durante o desenvolvimento afim de evitar vulnerabilidades que poderão ser facilmente exploradas por cyber-criminosos.
A seguir citaremos algumas vulnerabilidades comuns em sistemas web e quais os cuidados que todo desenvolvedor web deve ter afim de evita-las.


SQL Injection

Um código mal escrito pode abrir uma grande brecha na segurança de um sistema web, e a “SQL Injection” ainda é umas das vulnerabilidades mais exploradas pelos crackers.
Esta brecha de segurança permite que um cyber-criminoso injete comandos de SQL que são passados ao banco através da página, isto permite que dados do banco sejam lidos ou alterados através destes comandos.
Através desta vulnerabilidade, os crackers conseguem obter inúmeros dados confidenciais de bancos de dados, incluindo usuários e senhas em campos não criptografados, dados de clientes, preços, etc.
Os crackers quando obtem os dados de um usuário e senha, passam a assumir a identidade desta pessoa para cometer crimes, compras sem autorização e inúmeros outros estragos na vida desta.
Para evitar este tipo de vulnerabilidade é muito importante que o desenvolvedor tenha o cuidado de validar todo e qualquer tipo de dado de entrada antes que a mesma seja enviada para o banco, seja via formulário (POST) ou via query string (GET).
Na internet mesmo, é possível buscar diversos macetes para não cair nesta armadilha que pode colocar dados sensíveis e até a vida de seu sistema web em risco.


Cross-Site Scripting (XSS)

Permite que um cracker insira um javascript no código da página web e execute comandos seja por ação de eventos do usuário ou através do carregamento de imagens ou da própria página (Cross-site Request Forgery (XSRF)), este último é mais perigoso, pois permite que determinado comando seja executado automaticamente.
Este tipo de vulnerabilidade é bem comum e pode causar roubo de identidades e infecções no host do usuário, também é utilizado para redirecionar o usuário para páginas falsas e confundir afim de fazer o usuário inserir dados dele nesta página.
Para evitar este tipo de fraude, o desenvolvedor deve validar através de seu código, toda informação que receber como entrada incluindo headers, campos de formulários, cookies, strings de consulta e campos escondidos (hidden fields) através de regras de aceitação para estes, como tipo de dados, permissões, conjunto específico de valores permitidos, etc.


Directory Traversal

É quando um site ou aplicativo lê determinado arquivo de um host ou servidor.
O programa deveria realizar uma verificação de permissão ao ler o arquivo, porém não o faz, permitindo que o arquivo seja lido.
A falha recebe esse nome porque em grande parte dos casos, o site permite ler arquivos de um determinado diretório, mas permite que o usuário coloque “../” no caminho do arquivo, o que representa “navegar para o diretório acima”. Com “../” suficientes, o programa estará lendo arquivos na raiz do servidor. Isto poderá permitir que dados do servidor sejam lidos por qualquer usuário na web sem a devida autorização.
A solução para este tipo de fraude seria barrar o acesso a pastas não permitidas, indexando apenas os diretórios permitidos. Isto é possível, como por exemplo, através do comando IndexOF e para outros endereços disparar o Status para a página 404 afim de descontinuar o processamento da solicitação.


Conclusão

Podemos concluir através desta pesquisa que nenhum sistema é perfeito, pois alguns desenvolvedores acabam cometendo falhas na escrita de aplicações.
Aplicações WEB por serem cada vez mais utilizadas devido ao novo cenário que está sendo formado no mundo da informática, sempre foram alvo de cyber-criminosos e o número de ocorrências tende a aumentar.
Normalmente, a maior parte de fraudes ocorrem por parte do usuário, que acaba se deixando enganar por engenharia social ou simplesmente por falta de atenção à sua segurança, deixando de praticar boas práticas como o uso de senhas seguras ou o não fornecimento de identidades eletrônicas à terceiros, porém alguns desenvolvedores também cometem descuidos ao desenvolver suas aplicações web e estas brechas, obviamente, também são exploradas pelo crackers, que muitas vezes possuem um conhecimento superior ao do desenvolvedor do site, e por isso utilizam-se de técnicas para burlar o código afim de praticar atos ilícitos.
O desenvolvedor ao seguir boas práticas de programação pode tornar seu código mais seguro afim de evitar tais vulnerabilidades.

PSN sofre ataque hacker no domingo




Neste último Domindo (24/08), a Sony e a Microsoft sofreram ataques DDoS em suas redes Playstation Network e Xbox Live e por isso seus usuários não conseguiram se conectar.
Os servidores receberam um fluxo muito grande de solicitações através do ataque e não suportaram, por isso ficaram inacessíveis.
Na segunda-feira a PSN já voltou a funcionar, porém a rede Xbox Live ainda enfrentava problemas.
Muitos jogadores reclamaram da falta de acesso nas redes sociais durante o fim de semana, porém a Sony confirmou o ataque hacker no final do dia e garantiu que não houve acesso à informações de usuários.
A Microsoft não admitiu que houve um ataque hacker e ainda enfrentava problemas, liberando o ambiente com funções "limitadas".
Os ataques estão sendo atribuidos a um grupo chamado Lizard Squad, que já realizaram diversos outros ataques em redes de jogos online, além de terem admitido o ataque em seu suposto perfil no Twitter.

Facebook reforça privacidade de usuários que usam aplicativos de terceiros

A partir de agora, aplicativos terceiros devem pedir permissão de compartilhamento separadamente da permissão para uso do app.
Hoje em dia, a maioria dos sites e aplicativos, possuem integração com nossa conta do Facebook, porém é só a minoria dos usuários que toma cuidado ao autorizar esta integração, pois ao autorizar, você está deixando terceiros acessarem seus dados.
Devido a isso, a rede social anunciou nesta quinta-feira (22) que tomou medidas para tornar o “Facebook Login”  (nome oficial para usar sua conta na rede social para efetuar login em outros sites) mais seguro.
Agora, os aplicativos devem separadamente solicitar permissão para compartilhar sua atividade no Facebook e não mais uma única vez, no momento incial, onde você autoriza-o a acessar seus dados e publicar como se fosse você. Alguns apps necessitam compartilhar informações no Facebook como parte do uso - e isso não é mais permitido. Se você não der a permissão para o aplicativo postar por você no Facebook, você ainda poderá acessá-lo.
Essa mudança é enorme. Mais de 80% dos 100 melhores aplicativos para iOS usam o Facebook Login e 62% dos top 100 na Google Play também o usam.
Essa medida visa dar mais credibilidade ao social login, pois de acordo com uma pesquisa da empresa Gigya, a maioria dos usuários ainda possuem certo receio de vincular serviços à sua conta social devido a mesma possuir diversos dados de sua vida particular.

Crackers utilizam Dropbox para disseminar vírus


Eu pessoalmente já vi muitas mensagens de spam que continham links para arquivos maliciosos hospedados no Dropbox.
O ideal é que a empresa tenha uma boa camada de segurança que impeça que esse tipo de mensagem chegue ao usuário, caso não, ao menos um bom firewall e antivírus que impeça a execução do vírus, caso o usuário acesse o link.

É mais um desafio para os analistas de segurança da informação, pois muitas vezes os softwares de segurança não filtram este tipo de mensagem, até mesmo para nós acaba sendo difícil discernir o que é fraude do que é real, pois as mensagens estão cada vez mais sofisticadas e além disso a URL do Dropbox é permitida por muitas organizações, além de não estar incluída em nenhuma blacklist.

Leia a matéria abaixo, retirada do site Info Abril.

O grupo, conhecido como DNSCalc, vem utilizando o Dropbox há 12 meses. A plataforma seria a preferida dos cibercriminosos por se tratar de um serviço que muitas empresas usam e confiam.
Segundo a empresa Cyber Squared revelou ao site PCWorld, a estratégia dos cibercriminosos não é nova, mas se trata de uma estratégia a qual as empresas de segurança não estariam prestando muita atenção. 
Para realizar os ataques, o grupo abriu contas no Dropbox e WordPress e utilizou seus serviços para disseminar os golpes e não para explorar as vulnerabilidades das plataformas.
Para enganar as vítimas, os cibercriminosos carregavam um arquivo ZIP no Dropbox dizendo se tratar de um conteúdo do Conselho Empresarial americano no sudeste asiático (US-ASEAN Business Council).
O grupo então enviava mensagens para pessoas que teriam interesse em ler um documento de políticas do conselho. Entre os arquivos dentro da pasta zipada estava um documento PDF com um malware que infectava o computador e levava a vítima a um blog malicioso no WordPress.
O DNSCalc é considerado um dos 20 grupos apontados pela empresa de segurança Mandiant como participantes de ciberespionagem contra o governo dos Estados Unidos e responsáveis pelos ataques contra jornais americanos como o The New York Times.


Fontes:

F-Secure descobre novas falhas de segurança no Windows




Segundo a F-Secure, as duas formas mais convencionais de um cyber-criminoso infiltrar-se numa rede corporativa são:
  1. Através do e-mail, onde enviam mensagens com conteúdo falso, instigando o usuário a clicar em links maliciosos;

  2. Através de phishing, onde falsificam/modificam páginas da internet que os colaboradores costumam utilizar no seu dia a dia e que devido à falta de conhecimentos técnicos o acesso à páginas falsas é realizado de forma despercebida.
Isso nos mostra, que por mais que haja investimentos com os melhores equipamentos e tecnologias em uma empresa, se o funcionário não tiver uma orientação adequada, se a empresa não tiver uma PSI¹ bem elaborada e consistente e além disso uma constante atualização dos sistemas, a segurança dos dados continuará frágil.
Conforme matéria publicada pela IDGNow, Software desatualizado é principal causa de violação de redes corporativas - 80% dos dez malwares mais comuns poderiam ser evitados com atualização
O mês de junho foi marcado pela descoberta de 100 novas ameaças para o Windows de acordo com o recente levantamento feito pela F-Secure. A empresa detectou falhas no software que comprometem a segurança dos dados dos usuários, expondo milhares de empresas a possíveis ataques.
Após se infiltrarem na rede corporativa, os crackers exploram as vulnerabilidades em softwares instalados nas máquinas das vítimas para obter acesso ao computador e infectá-lo com malwares que espionam e roubam os dados dos usuários. Ainda segundo a empresa, cerca de 80% dos dez malwares mais comuns poderiam ser evitados com atualização de softwares.
É difícil passar uma semana sem ouvirmos sobre um novo vazamento de dados", diz Mikko Parkkola, gerente de produto da F-Secure "A melhor defesa é uma abordagem em duas frentes. Para consertar as vulnerabilidades que já são conhecidas e foram corrigidas pelos fornecedores, as empresas precisam manter seus softwares atualizados. E para protegê-los contra os novos malwares que exploram essas vulnerabilidades, mas que ainda são desconhecidos, as companhias precisam de uma proteção contra ataques baseados em comportamento e que sejam proativos",complementa o executivo.
Os cibercriminosos estão mirando as empresas e o custo de apenas uma infecção pode ser considerável, com perda de informações, fundos roubados, interrupção dos negócios e vazamento, sem mencionar os danos causados à reputação de uma companhia se os dados dos clientes são comprometidos. É por isso que devemos obter a melhor proteção disponível", afirma Pekka Usva, vice-presidente de segurança corporativa da F-Secure.
¹PSI - Política de Segurança da Informação
Fonte da Notícia:

Facebook corrige falha de segurança que afetou 6 milhões de usuários

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O Facebook anunciou ontem (dia 21) que foi encontrada uma falha que expunha dados pessoais de mais de 6 milhões de usuários. A falha foi descoberta graças ao programa "White Hat", que oferece recompensas para aquele que encontrar vulnerabilidades no serviço.
O vazamento de informações ocorria desde 2012 devido a um problema na função "baixe seus dados".
Esta função consiste em baixar os dados de seus contatos, entre eles nome, e-mail e telefone, porém mesmo para aqueles usuários que configuraram tais informações como particulares era possível acessa-las através dessa função.
O Facebook está enviando comunicado à todos os usuários que foram afetados pela falha, que foi corrigida em menos de 24 horas após a descoberta.
Ainda não se sabe se tais informações foram utilizadas por hackers para fins maliciosos.