Proteja seu Firefox contra ataques MITM (Man in The Middle)


O ataque MITM(Man in The Middle) consiste na interceptação do tráfego entre um cliente e um servidor por um hacker, onde o mesmo utilizará certificados falsos gerados em tempo real e desta forma não é identificado nem pelo cliente e nem pelo servidor, portanto ele fica desapercebido por ambos, pois realizará todas as autenticações de segurança através desta troca de certificados durante o handshake de confiança entre as conexões autenticadas e cifradas.
É possível proteger seu Firefox através de uma configuração que forçará o navegador a sempre utilizar o mecanismo de proteção chamado de Certificate Pinning (mais informações aqui).
Para habilitar esta segurança, digite na barra de endereços do Firefox: "about:config" (sem as aspas) e em seguida procure o atributo: security.cert_pinning.enforcement_level.

Este atributo por padrão conterá o valor "1", mas você pode alterá-lo conforme abaixo:
0 = Pinning desabilitado;
1 = Permite o MITM (o pinning não é habilitado para as ACs raízes inseridas pelo usuário);
2 = Pinning sempre habilitado;
3 = Modo de teste.

Fontes:
https://wiki.mozilla.org/SecurityEngineering/Public_Key_Pinning
https://cryptoid.com.br/arquivo-cryptoid/o-que-e-o-certificate-ou-public-key-pinning-e-qual-a-sua-importancia/

PSN sofre ataque hacker no domingo




Neste último Domindo (24/08), a Sony e a Microsoft sofreram ataques DDoS em suas redes Playstation Network e Xbox Live e por isso seus usuários não conseguiram se conectar.
Os servidores receberam um fluxo muito grande de solicitações através do ataque e não suportaram, por isso ficaram inacessíveis.
Na segunda-feira a PSN já voltou a funcionar, porém a rede Xbox Live ainda enfrentava problemas.
Muitos jogadores reclamaram da falta de acesso nas redes sociais durante o fim de semana, porém a Sony confirmou o ataque hacker no final do dia e garantiu que não houve acesso à informações de usuários.
A Microsoft não admitiu que houve um ataque hacker e ainda enfrentava problemas, liberando o ambiente com funções "limitadas".
Os ataques estão sendo atribuidos a um grupo chamado Lizard Squad, que já realizaram diversos outros ataques em redes de jogos online, além de terem admitido o ataque em seu suposto perfil no Twitter.

F-Secure descobre novas falhas de segurança no Windows




Segundo a F-Secure, as duas formas mais convencionais de um cyber-criminoso infiltrar-se numa rede corporativa são:
  1. Através do e-mail, onde enviam mensagens com conteúdo falso, instigando o usuário a clicar em links maliciosos;

  2. Através de phishing, onde falsificam/modificam páginas da internet que os colaboradores costumam utilizar no seu dia a dia e que devido à falta de conhecimentos técnicos o acesso à páginas falsas é realizado de forma despercebida.
Isso nos mostra, que por mais que haja investimentos com os melhores equipamentos e tecnologias em uma empresa, se o funcionário não tiver uma orientação adequada, se a empresa não tiver uma PSI¹ bem elaborada e consistente e além disso uma constante atualização dos sistemas, a segurança dos dados continuará frágil.
Conforme matéria publicada pela IDGNow, Software desatualizado é principal causa de violação de redes corporativas - 80% dos dez malwares mais comuns poderiam ser evitados com atualização
O mês de junho foi marcado pela descoberta de 100 novas ameaças para o Windows de acordo com o recente levantamento feito pela F-Secure. A empresa detectou falhas no software que comprometem a segurança dos dados dos usuários, expondo milhares de empresas a possíveis ataques.
Após se infiltrarem na rede corporativa, os crackers exploram as vulnerabilidades em softwares instalados nas máquinas das vítimas para obter acesso ao computador e infectá-lo com malwares que espionam e roubam os dados dos usuários. Ainda segundo a empresa, cerca de 80% dos dez malwares mais comuns poderiam ser evitados com atualização de softwares.
É difícil passar uma semana sem ouvirmos sobre um novo vazamento de dados", diz Mikko Parkkola, gerente de produto da F-Secure "A melhor defesa é uma abordagem em duas frentes. Para consertar as vulnerabilidades que já são conhecidas e foram corrigidas pelos fornecedores, as empresas precisam manter seus softwares atualizados. E para protegê-los contra os novos malwares que exploram essas vulnerabilidades, mas que ainda são desconhecidos, as companhias precisam de uma proteção contra ataques baseados em comportamento e que sejam proativos",complementa o executivo.
Os cibercriminosos estão mirando as empresas e o custo de apenas uma infecção pode ser considerável, com perda de informações, fundos roubados, interrupção dos negócios e vazamento, sem mencionar os danos causados à reputação de uma companhia se os dados dos clientes são comprometidos. É por isso que devemos obter a melhor proteção disponível", afirma Pekka Usva, vice-presidente de segurança corporativa da F-Secure.
¹PSI - Política de Segurança da Informação
Fonte da Notícia:

Google corrige falha crítica no Android que afetava 99% dos usuários



De acordo com a ZDNet, o Google corrigiu uma falha de vulnerabilidade que atinge 99% dos Androids. Porém, os usuários terão que aguardar um pouco mais para serem contemplados, já que a companhia disponibilizou a atualização apenas para as fabricantes parceiras de aparelhos.
A falha foi descoberta pela BlueBox Security e foi divulgada na semana passada. A empresa de segurança identificou uma brecha no Android que permite que um cracker torne qualquer aplicativo em app malicioso. Tal vulnerabilidade poderia afetar até 99% dos aparelhos com o sistema operacional do Google no mundo todo.
O malware faria com que os invasores pudessem capturar dados e assim controlar as funções em qualquer dispositivo móvel, como mensagens e até ligações. Tudo poderia ser feito sem qualquer alarde, nem do próprio dono do aparelho.
A BlueBox Security revela que tal vulnerabilidade existe desde 2009, quando foi lançado o Android 1.6 Donut. Conforme a empresa foi identificado um método pela qual qualquer cracker poderia alterar o código APK do aplicativo sem a necessidade de quebrar a assinatura criptografada. Assim, os apps seriam carregados com o malware.
Devido a isso que recomenda-se que os usuários do sistema Android baixem os aplicativos somente da loja do Google (https://play.google.com/store/apps), pois os aplicativos lá são devidamente testados antes de disponibilizados, diferente de outros sites que disponibilizam os mesmo crackeados, ou sejam, já foram modificados em seu código, e estes poderão causar grandes riscos à segurança dos seus dados pessoais.


Google tem planos para acabar com a pornografia infantil na internet




Pornografia infantil na internet é um assunto que tem se tornado alvo de críticas e pressão cada vez maiores pelo mundo, pois os casos crescem à cada dia que passa e o Google tem planos para acabar com esse mal que tanto assombra a internet.

A empresa vem trabalhando deste 2008 em uma nova tecnologia chamada "tagging" com o intuito de encontrar imagens de abuso sexual infantil pela internet. 
Esta nova tecnologia vai permitir que empresas, organizações e a polícia colaborem para detectar e remover estas imagens de forma mais eficaz, marcando-as como inapropriadas, além disso, o sistema efetuará um cruzamento em bancos de dados afim de buscar estas mesmas imagens que podem ter sido duplicadas em vários sites e outros bancos de imagens. 
Uma vez identificada, todas as cópias passam a ser bloqueadas com uma identificação digital única e pelo que se entende, esta identificação entrará para uma espécie de "blacklist" .
O projeto é global e pretende trabalhar em união com outras organizações como a Internet Watch Foundation (IWF), pois de acordo com a CEO da IWF, Susie Hargreaves, a única forma de erradicar a pornografia infantil da internet é trabalhar em equipe com o mundo todo.
O Google também anunciou um fundo de US$ 2 milhões de dólares para profissionais de T.I. interessados em produzir novas ferramentas para combater a pornografia infantil aliando-se ao projeto.



Fonte da notícia: 
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/06/google-planeja-erradicar-pornografia-infantil-da-internet-entenda.html