Proteja seu Firefox contra ataques MITM (Man in The Middle)


O ataque MITM(Man in The Middle) consiste na interceptação do tráfego entre um cliente e um servidor por um hacker, onde o mesmo utilizará certificados falsos gerados em tempo real e desta forma não é identificado nem pelo cliente e nem pelo servidor, portanto ele fica desapercebido por ambos, pois realizará todas as autenticações de segurança através desta troca de certificados durante o handshake de confiança entre as conexões autenticadas e cifradas.
É possível proteger seu Firefox através de uma configuração que forçará o navegador a sempre utilizar o mecanismo de proteção chamado de Certificate Pinning (mais informações aqui).
Para habilitar esta segurança, digite na barra de endereços do Firefox: "about:config" (sem as aspas) e em seguida procure o atributo: security.cert_pinning.enforcement_level.

Este atributo por padrão conterá o valor "1", mas você pode alterá-lo conforme abaixo:
0 = Pinning desabilitado;
1 = Permite o MITM (o pinning não é habilitado para as ACs raízes inseridas pelo usuário);
2 = Pinning sempre habilitado;
3 = Modo de teste.

Fontes:
https://wiki.mozilla.org/SecurityEngineering/Public_Key_Pinning
https://cryptoid.com.br/arquivo-cryptoid/o-que-e-o-certificate-ou-public-key-pinning-e-qual-a-sua-importancia/

PSN sofre ataque hacker no domingo




Neste último Domindo (24/08), a Sony e a Microsoft sofreram ataques DDoS em suas redes Playstation Network e Xbox Live e por isso seus usuários não conseguiram se conectar.
Os servidores receberam um fluxo muito grande de solicitações através do ataque e não suportaram, por isso ficaram inacessíveis.
Na segunda-feira a PSN já voltou a funcionar, porém a rede Xbox Live ainda enfrentava problemas.
Muitos jogadores reclamaram da falta de acesso nas redes sociais durante o fim de semana, porém a Sony confirmou o ataque hacker no final do dia e garantiu que não houve acesso à informações de usuários.
A Microsoft não admitiu que houve um ataque hacker e ainda enfrentava problemas, liberando o ambiente com funções "limitadas".
Os ataques estão sendo atribuidos a um grupo chamado Lizard Squad, que já realizaram diversos outros ataques em redes de jogos online, além de terem admitido o ataque em seu suposto perfil no Twitter.

Google corrige falha crítica no Android que afetava 99% dos usuários



De acordo com a ZDNet, o Google corrigiu uma falha de vulnerabilidade que atinge 99% dos Androids. Porém, os usuários terão que aguardar um pouco mais para serem contemplados, já que a companhia disponibilizou a atualização apenas para as fabricantes parceiras de aparelhos.
A falha foi descoberta pela BlueBox Security e foi divulgada na semana passada. A empresa de segurança identificou uma brecha no Android que permite que um cracker torne qualquer aplicativo em app malicioso. Tal vulnerabilidade poderia afetar até 99% dos aparelhos com o sistema operacional do Google no mundo todo.
O malware faria com que os invasores pudessem capturar dados e assim controlar as funções em qualquer dispositivo móvel, como mensagens e até ligações. Tudo poderia ser feito sem qualquer alarde, nem do próprio dono do aparelho.
A BlueBox Security revela que tal vulnerabilidade existe desde 2009, quando foi lançado o Android 1.6 Donut. Conforme a empresa foi identificado um método pela qual qualquer cracker poderia alterar o código APK do aplicativo sem a necessidade de quebrar a assinatura criptografada. Assim, os apps seriam carregados com o malware.
Devido a isso que recomenda-se que os usuários do sistema Android baixem os aplicativos somente da loja do Google (https://play.google.com/store/apps), pois os aplicativos lá são devidamente testados antes de disponibilizados, diferente de outros sites que disponibilizam os mesmo crackeados, ou sejam, já foram modificados em seu código, e estes poderão causar grandes riscos à segurança dos seus dados pessoais.


Facebook corrige falha de segurança que afetou 6 milhões de usuários

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O Facebook anunciou ontem (dia 21) que foi encontrada uma falha que expunha dados pessoais de mais de 6 milhões de usuários. A falha foi descoberta graças ao programa "White Hat", que oferece recompensas para aquele que encontrar vulnerabilidades no serviço.
O vazamento de informações ocorria desde 2012 devido a um problema na função "baixe seus dados".
Esta função consiste em baixar os dados de seus contatos, entre eles nome, e-mail e telefone, porém mesmo para aqueles usuários que configuraram tais informações como particulares era possível acessa-las através dessa função.
O Facebook está enviando comunicado à todos os usuários que foram afetados pela falha, que foi corrigida em menos de 24 horas após a descoberta.
Ainda não se sabe se tais informações foram utilizadas por hackers para fins maliciosos.